Plano Diretor

O CLUBE AUTOMÓVEL DO MINHO (CAM) é uma instituição de utilidade pública que tem com vocação a organização de Eventos e Provas Desportivas Motorizadas.

A sua missão é a da promoção e desenvolvimento desportivo motorizado e turístico, no âmbito regional e nacional.
Na sua acção, o CAM, tem mobilizado centenas de colaboradores que de uma forma continuada dão corpo e apoio às organizações desportivas realizadas.
Assumimos ainda uma vertente pedagógica da Juventude no seu papel de praticantes do desporto motorizado e como colaboradores das organizações.
O CAM tem como visão na vertente desportiva, a sua afirmação como um dos mais importantes Clubes do desporto motorizado Nacional, com grande impacto e consideração no âmbito Internacional. Na vertente turística, o CAM pretende ser visto pelos Entidades Publicas responsáveis pela área, como um parceiro e como um dos mais importantes animadores e promotores turísticos na Região Norte do Pais.
Ao longo destas 4 décadas de existência, as direcções do CAM com o apoio dos seus sócios, têm tido uma actuação baseados em princípios mais ou menos explícitos que são seguramente os “alicerces” do sucesso do Clube:

Princípio da Continuidade – Ao longo dos 40 anos de existência, com 7 distintas presidências directivas, as suas estruturas dirigentes, sem deixar de terem a necessária renovação pontual, tiveram o cuidado de ter uma certa continuidade nas suas políticas de acção.
Princípio da Evolução – Na linha de continuidade antes referida, tem tido a sua estrutura dirigente a capacidade de se rodear dos colaboradores necessários, à suficiente renovação para responder positivamente às mudanças, enquadramentos e desafios do mundo actual numa atitude de acção e crescimento constante.
Princípio da Sustentabilidade – Nos empreendimentos e eventos levados a cabo pelo CAM, tem sido sempre acautelado a sua sustentabilidade organizativa e financeira. Cada evento novo de nível superior, tem sido utilizado para alavancar a estrutura organizativa, abarcando cada vez mais valências e melhorando o desempenho da organização em geral.
Princípio do Rigor – Têm tido as direcções do CAM uma actuação e acção rigorosa e séria com todos aqueles com quem nos relacionamos: colaboradores, funcionários, fornecedores, clientes, clubes congéneres, federações desportivas que nos superintendem (FPAK-Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, FMP-Federação de Motociclismo de Portugal, FIM-Federação Internacional de Motociclismo e FIA-Federação Internacional Automóvel), entidades e organismos Regionais   (Câmara   Municipal   de   Braga,   Entidades   Regionais   de  Turismo), entidades e organismos Nacionais (Governo, Turismo de Portugal, Desporto de Portugal).
Princípio da Independência – Nos nossos eventos, temos sido autónomos e auto- suficientes nas várias valências da organização das provas. Somos o único Clube Nacional com tal capacidade.
Nas estruturas que nos superintendem (FPAK, FMP, FIA), temos tido uma postura positiva e interveniente na defesa dos legítimos interesses do CAM, não cedendo a pressões e interesses menos claros e que pouco têm a ver com a vida do Clube.  Na Politica temos tido um posicionamento de total colaboração e respeito do poder Regional e Nacional instituído, nunca tomando partido nas respectivas eleições.
Princípio da Confiança – A auto-estima sem atingir o nível do narcisismo, tem sido um valor defendido e fomentado por todos os dirigentes, colaboradores e funcionários do CAM. Respeitamos terceiros e temos exigido em igual medida o mesmo comportamento para connosco. Temos noção das nossas fraquezas e virtudes. Nas nossas reuniões de direcção, de coordenação e formação para as provas, analisamos e tratamos estas fraquezas e virtudes de uma forma aberta e descomplexada, tentando sempre novas formas de fazer mais e melhor.
Principio da Atenção – Temos tido uma actuação atenta em várias vertentes, nomeadamente na evolução dos mercados, exigências da sociedade, vontades politicas na vertente desportiva, para podermos responder positivamente a um Publico cada vez mais exigente. Temos tido ainda muita atenção às atitudes e actuações oportunistas de alguns, que sobrepõe os seus interesses pessoais aos interesses do Clube. A esses tem tido o CAM a capacidade de lhes dizer NÃO.
Princípio da Gratidão – O CAM é um Clube com “estória” que honra a memória e agradece a todos dirigentes, colaboradores e funcionários, que muito contribuem  ou contribuíram para o engrandecimento desta colectividade. Não nos esquecemos daqueles que já não estão entre nós, outros que deixaram de ter disponibilidade,  ou ainda outros que não estavam para servir o CAM de uma forma séria e abnegada e como tal tiveram de abandonar o clube.
Principio da Integração – O CAM não é uma associação isolada de “pessoas que gostam de automóveis”.

O CAM, no seu cariz de actor principal, como acontece no Turismo Regional e Nacional, deve assumi-lo e articula-lo nas suas acções com as estruturas  dirigentes da Cidade, do Distrito, da Região e do País.O CAM deve continuar e reforçar a sua acção na formação dos nossos Jovens, tanto na figura de praticantes do Desporto motorizado, como na figura de elementos da organização, articulando a acção com as politicas formativas da Cidade, Região e do País.
Nos Praticantes do desporto motorizado, deve o CAM continuar a fomentar e dinamizar a sua prática desportiva de uma forma segura e dentro de critérios de justiça desportiva, criando-lhes mais e melhores horizontes ao nível Regional, Nacional, Europeu ou Mundial. Na prossecução deste objectivo, a associação e capacidade de intervenção do CAM junto das estruturas Nacionais e Internacionais que superintendem o desporto motorizado respectivamente FPAK, FMP, FIM e FIA, deverão continuar a ser fomentadas e aumentadas.
Nos Automobilistas, deve o CAM proporcionar espaço e eventos onde possam de uma forma segura aprender a conduzir em condições adversas, testar os seus limites, proporcionar o prazer de conduzir, tirando partido dos limites da sua viatura. Deverão ser articuladas politicas com as entidades Regionais e Nacionais no sentido de que alguma destas acções possam contribuir para diminuir a Sinistralidade e Mortes Rodoviárias.
Nas Empresas, o CAM através dos seus eventos, deve cada vez dar mais argumentos de retorno, ao fazerem connosco parcerias na busca de visibilidade e notoriedade, num mundo de negócios cada vez mais global e difícil de distinguir entre a concorrência.
No Publico Aficionado deve o CAM continuar na senda da sua integração e ligação a espectáculos melhores e de cada vez maior nível e visibilidade.
No Publico em Geral deve o CAM continuar a propiciar momentos de descontracção e lazer na sua procura da ruptura com a rotina e azáfama do dia-a- dia.
Na Imprensa deve o CAM continuar a criar condições para recolha de dados nos eventos realizados e colaborar com factos, noticias ou crónica, que esta Imprensa entenda enquadrar-se na sua politica e nobre função de informação.